O LADO MAIS LITERÁRIO

  Ou criativo? Seja o que for...

Um dia destes, ia no rio Sado, de Setúbal até à margem alentejana de Troia e escrevi umas frases: Deleitosamente, bate o sol na água e brilha como nunca ninguém brilhou. As ondas formam-se livres como nunca ninguém o foi. E a imensidão da água é tanta que não se sabe finita, tão expansiva como nunca ninguém conseguiu. Achamo-nos nós...

Não há homens bons nem há homens maus. Há homens! Uns altos, outros baixos, uns gordos, outros magros. Uns morenos, outros loiros, alguns ruivos... Há homens de toda a espécie por mais incomuns que possam ser. São todos iguais! Há homens e nada mais. Uns inteligentes, outros nem tanto. Alguns com bom caráter, outros com um caráter de merda. Tal...

Não me venhas com meias palavras, nem com frases inacabadas, metáforas mal formadas, nem piadas sem graça. Não me tragas meios beijos, meios abraços, meio carinho. Traz-me antes beijos profundos, longos abraços e a incerteza de que nada mais certo existe de não estar certa de nada, muito menos de ti. Não me recites meios versos, nem tragas só...

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